Manuela Delgado Leão Ramos

Índice incompleto, tal como vem no livro publicado  (ver nota)                                                              

Prefácio
Introdução

  1. Capítulo-   De Raymond Schwab a Edward Said e depois
  2. Capítulo-   A Imagem da China
  3. Capítulo-   Orientalismos Continentais e uma voz do Oriente
  4. Capítulo-  Das contribuições portuguesas para o Xº Congresso Internacional de Orientalistas a A. Morais Palha e Camilo Pessanha 
  5. Capítulo-  Camilo Pessanha, orientalizado e «dilletanti da sinologia»
  6. Capítulo-  O Cancioneiro Chinês de António Feijó: a nossa mais bela jóia orientalista

Conclusão
Apêndice
Bibliografia

___________________________________________________

Indice original  (ver nota)     

o. Prefácio p.7

0.1. Introdução p.9
1. De Raymond Schwab a Edward Said e depois p. 15
1.1. Ex Oriente Lux: a Renascença Oriental p.15
1.2. Schwab versus Said p.17
1.3. Orientalismo: a palavra e as coisas p.18
1.4. O ‘orientalismo’ de Edward Said p.21
1.4.1. Orientalism (1978): Um livro histórico p.21
1.4.2. Novos paradigmas e velhos epistemas p.24
1.4.3. Leituras parciais ou as vozes silenciadas p.26
1.4.4. Alucinações Ocidentais p.29
1.5. MacKenzie e a ‘questão Saidiana’ p.30

2. A Imagem da China p.37
2. 1. À Volta da Sinologia Portuguesa p.37
2. 2. Livros portugueses sobre a China no século XIX p.40
2.2.1. A Imagem da China p.40
2.2.2. Os Estudos sinológicos em Macau p.49
2.2.3. As novas relações políticas e os seus intérpretes nos livros de viagens à China: de Carlos José Caldeira ao Conde de Arnoso p.51
2.2.4. A China de O Mandarim de Eça de Queirós p.58

3. Orientalismos Continentais e uma voz do Oriente p.67
3.1. Oliveira Martins ‘on China’: um caso típico do cientismo finissecular p.67
3.2. João F. Marques Pereira, “sinólogo oficial” e a revista Ta-Ssi-Yang-kuo p.74
3.3. Wenceslau de Morais e a crítica ao colonialismo p.78
3.4. Os contactos sinológicos do 2º Visconde de Santarém p.80
3.5. Uma “larga falange de Orientalistas”: o caso de Vasconcelos-Abreu p.82
3.5.1. O fundador dos estudos orientais em Portugal p.82
3.5.2. O sinólogo de ocasião: “O Animismo entre os Chineses” p.83

4. Das contribuições portuguesas para o Xº Congresso Internacional de Orientalistas a A. Morais Palha e Camilo Pessanha p.93
4.1. “Sociologia Chinesa” ‘made in’ Cantão p.94
4.2. A. Morais Palha e o Esboço crítico sobre a civilização Chinesa p.96
4.3. O fruto podre da civilização chinesa p.98

5. Camilo Pessanha, orientalizado e «dilletanti da sinologia» p.103
5.1. Pessanha representante do Orientalismo dos paraísos artificiais p.104
5.2. A Sinologia de Pessanha : do fruto podre à maçã do paraíso p.110
5.2.1 “As Elegias Chinesas” e os textos sobre Literatura Chinesa p.112
5.2.2 Outras traduções p.116
5.3. O Oriente na poesia de Camilo Pessanha p.117
5.3.1. ClepsYdra p.119
5.3.2. “Ao longe um Barco de Flores” e “Viola chinesa” p.122
5.3.4. “Branco e Vermelho” p.126

6. O Cancioneiro Chinês de António Feijó: a nossa mais bela jóia orientalista p.136
6.1. O Cosmopolitismo na Arte p.136
6.2. Breve biobibliografia de António Feijó p.138
6.3. O Cancioneiro Chinês (1890) e o Parnasianismo de Feijó p.142
6.4. O Chinesismo, a imagem da China e a sua renovação p.147
6.5. As duas edições do Cancioneiro Chinês através das cartas do poeta p.151
6.6. Judith Gautier e Le Livre de Jade (1867) p.157
6.6.1. Judith Walter, aliás Judith Mendès, aliás Judith Gautier p.159
6.6.2. Le Livre de Jade, poésies traduites du chinois: um livro pioneiro p.160
6.6.3. Le Dragon Impérial p.164
6.7. O Cancioneiro Chinês versus Le livre de Jade p.165
6.8. Breve referência à Lira Chinesa de Machado de Assis p.166

7. Conclusão p.176

8. Apêndice p.180
8.1. Camilo Pessanha: “Branco e Vermelho” p.181
8.2. António Feijó: Cancioneiro Chinês vs. Livre de Jade p.183

9. Bibliografia p.185
9.1. Bibliografia Lusófona p.187
9.2. Bibliografia Não-lusófona  p.197
9.3. Camilo Pessanha p.208
9.3.1. Bibliografia activa p.208
9.3.2. Bibliografia passiva p.208
9.4. António Feijó p.212
9.4.1. Bibliografia activa p.212
9.4.2. Bibliografia passiva p.212
9.4.3. Bibliografia sobre Judith Gautier p.215
9.5. Dicionários, Enciclopédias p.215

——————————–
* NotaInfelizmente, e sem meu conhecimento, o índice, na versão publicada,  foi  truncado aparecendo incompleto.