Recensões: 

  • > Por Cândido Martins, 2001 in Letras & Letras– Notas de apresentação.
  • > Por Simon Kuin, 2001

Expresso (Cartaz 15/9/2001):«A China do século XIX — um “vasto podredoiro”, nas palavras de Camilo Pessanha — recebeu relativamente pouca atenção em Portugal, mais virado naquela altura para a África. Porém, dois poetas deixaram uma imagem forte do «Império do Meio» e também de Macau: Pessanha e António Feijó. Neste pequeno livro, a obra dos dois autores é criticamente reavaliada à luz de duas variantes da teoria sobre o orientalismo: a «negativa», de Edward Said, e a «positiva», de MacKenzie. A partir de uma escolha representativa de textos de Feijó e Pessanha, Manuela Delgado Leão Ramos não só propõe uma reflexão mais teórica sobre as obras como proporciona o contexto da influência orientalista nas letras europeias. Por exemplo, a detectada no Cancioneiro Chinês de Feijó via Livre de Jade, publicado em França três décadas antes. Por fim, nas obras de Eça e Wenceslau de Morais, encontra argumentos para criticar a visão negativa de Said sobre o orientalismo. Um estudo rigoroso, a merecer continuação. »
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Artigos, livros, teses, etc. que citam este livro:

E também:

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“Ramos entrelaçados de flores de ameixoeira de Pui-sane-ngá”

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